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DIREITOS, RESPEITO E PROTEÇÃO
Tolerância Zero à Violência contra a Mulher
Respeito, acolhimento e proteção começam com informação. Conhecer os tipos de violência, reconhecer sinais e saber onde buscar ajuda são passos importantes para defender os direitos das mulheres.
A Fundação Bom Samaritano — Projeto Esperança reforça a importância de uma sociedade que escute sem julgamentos, promova a dignidade e não normalize ameaças, humilhações ou agressões.
Em perigo imediato, ligue 190
Se uma mulher estiver em risco agora ou uma agressão estiver acontecendo, acione a Polícia Militar pelo 190. Para orientação, informações sobre direitos e registro de denúncias, o canal especializado é o Ligue 180, gratuito e disponível 24 horas por dia.
O que é violência contra a mulher?
A violência contra a mulher pode envolver atos ou omissões que provoquem danos físicos, emocionais, sexuais, morais ou patrimoniais. Nem sempre deixa marcas visíveis: controle constante, ameaças e restrição do acesso ao próprio dinheiro também merecem atenção.
Ela pode ocorrer em relações afetivas, no ambiente familiar e em outros contextos. Na violência doméstica e familiar, a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) reconhece cinco formas principais de violência e estabelece mecanismos de prevenção e proteção.
Conheça os cinco tipos de violência
Clique em cada pergunta para abrir a explicação.
1. Violência física
É a conduta que prejudica a integridade ou a saúde corporal. Inclui empurrões, tapas, socos, chutes, queimaduras e outras agressões. Mesmo quando não há ferimentos aparentes, o episódio precisa ser levado a sério.
2. Violência psicológica
Envolve comportamentos que causam sofrimento emocional ou procuram controlar decisões e relações. Ameaças, humilhações, chantagens, perseguição, isolamento de amigos e familiares e vigilância excessiva são exemplos.
3. Violência sexual
Ocorre quando alguém é constrangida a presenciar ou participar de ato sexual não desejado, por força, intimidação ou coerção. Também inclui impedir o uso de métodos contraceptivos ou desrespeitar direitos sexuais e reprodutivos.
4. Violência moral
Atinge a honra e a reputação da mulher. Pode ocorrer por calúnia, difamação ou injúria, inclusive em mensagens ou publicações digitais, dependendo das circunstâncias.
5. Violência patrimonial
Abrange reter documentos, destruir objetos, controlar ou subtrair dinheiro e bens, ou impedir injustamente o acesso a recursos econômicos. Essas ações podem dificultar a autonomia e a busca por proteção.
Como reconhecer sinais de alerta?
Medo frequente do parceiro ou de outra pessoa, mudanças de comportamento, isolamento, justificativas constantes para agressões, ameaças e dificuldade de acessar documentos ou dinheiro podem indicar uma situação preocupante.
Um sinal isolado não permite concluir o que aconteceu. O mais importante é ouvir com respeito, considerar o relato da mulher e evitar julgamentos ou cobranças que aumentem a insegurança.
Como oferecer apoio com responsabilidade?
Se uma mulher contar que está vivendo violência, escute com atenção, respeite seu tempo e pergunte de que ajuda ela precisa. Evite culpabilizá-la, pressioná-la a tomar decisões imediatas ou confrontar a pessoa suspeita de agressão, pois isso pode ampliar o risco.
Se for seguro, ajude-a a identificar pessoas de confiança e serviços próximos, como unidades de saúde, assistência social, Defensoria Pública e delegacias especializadas. O atendimento pode orientar sobre direitos e, quando cabível, medidas protetivas.
A escolha de buscar ajuda deve ser acolhida sem exposição pública de relatos, imagens ou dados pessoais. Quando houver emergência, a prioridade é a segurança.
O compromisso da Fundação Bom Samaritano
A Fundação Bom Samaritano — Projeto Esperança valoriza o acolhimento, o respeito à dignidade humana e o fortalecimento de famílias e comunidades. Falar sobre violência contra a mulher é parte do compromisso de ampliar o acesso à informação e incentivar uma cultura de proteção.
Uma rede de apoio envolve serviços públicos, organizações sociais e pessoas de confiança. Cada pessoa pode contribuir ao não minimizar a violência, compartilhar informações confiáveis e orientar a procura de atendimento especializado.
Onde buscar ajuda e denunciar
O Ligue 180 oferece orientação sobre direitos, registra denúncias e indica serviços da rede de atendimento. O serviço é gratuito e funciona todos os dias, a qualquer hora. Qualquer pessoa que tenha conhecimento de uma situação de violência pode buscar informações.
Ligue 180 — orientação e denúncias
Polícia Militar 190 — emergência
WhatsApp do Ligue 180 — (61) 9610-0180
Disque 100 — violações de direitos humanos
Confira orientações e canais atualizados no Ministério das Mulheres.
“Toda mulher merece ser ouvida, acolhida e protegida.”
Fundação Bom Samaritano
Projeto Esperança — respeito, acolhimento e compromisso com a dignidade humana.




